A RAIVA SE RECICLA

Há algumas semanas atrás soube que durante a apresentação de projeto no campo hidroelétrico  a ser realizado  em país da África a Presidente Dilma havia se recusado a examinar dados do diretor da empreiteira apresentados, afastando seu  computador e dizendo que por sua experiência como ministra de Minas e Energia era mais competente que qualquer diretor técnico/engenheiro de empreiteira para decidir sobre o assunto. 

Isto em primeiro lugar comprova a capacidade da presidência brasileira de agir como uma espécie de “pedra filosofal”. Porém neste caso em lugar de converter metais pobres em ouro a presidência brasileira é mais parecida com o Vaticano. Papas e Presidentes do Brasil não erram nem falham.  

Nestes dias de fim de ano, uma informação atravessou a névoa etílica e de alimentos complexos e pesados que tomara conta de mim.

A Presidente Dilma teria jogado longe um “notebook” de pessoa que pretendia dar lhe alguma notícia desagradável, ou alertá-la quanto a problemas com alguma declaração que faria.

Para onde vamos agora?  Dilma passará a atacar computadores a dentadas e palitar seus dentes com “pen drives”?

Há precedentes. Segundo William Shirer, jornalista americano em Berlim relatou lá por 1938, Hitler quando contestado ou insatisfeito ocasionalmente se jogava no chão e roia a borda do tapete.  Segundo outros relatos quando as forças aliadas capturaram o “Ninho da Águia” em Bertechsgaden, retiro alpino de Hitler  descobriram em sua sala de trabalho um tapete com as bordas mastigadas.

Comparando o custo de um tapete oriental com  o valor de um “notebook”  podemos nos dar por felizes se Dilma apenas usar computadores para externar sua ira.  Contudo sugerimos aos técnicos do  governo serem extremamente zelosos em manter “back-ups” de seu trabalho em “pen-drives” e HDs externos.

Outrossim, sugerimos à equipe médica da presidência coletar o máximo de informações sobre retirada de pequenos objetos estranhos do trato digestivo de seres humanos.